
Infância
Um gosto de amora
comida com sol. A vida
chamava-se "Agora".
Cigarra
Diamante. Vidraça.
Arisca, áspera asa risca
o ar. E brilha. E passa.
Guilherme de Almeida
http://www.jornaldepoesia.jor.br/gu1.html#haicai
Foto: Fernando Bagnola
www.olhares.com
7 comentários:
Guilherme de Almeida é o nome do meu irmão e do meu tio...
Comentário mais sem graça né? Tudo bem, era só pra manter presença.
Bjs
Não por isso nat, o meu vizinho se chama Guilherme, só não sei se é de Almeida.
Tá, eu sei, a minha piada foi podre, mas o seu comentário eu achei ótimo!
;)
ps: puxa Papi, pensei que vc tinha fechado a mercearia... ainda bem que estava dando só um tempo.
ah esse poeminha é lindo, me deu maior sorriso aqui, lembrei desse gosto...
e a moça do biquinho de peito duro, parece que ta pensando "agora"...
painho, jogue uma cor no background do blog ! esse branco ta meio gélido ...:-)
Nat, que coincidência !
Leila, não abandonei o blog não, o tempo é que me abandonou !
Confetti ! pronto, o mundo tá mais carnavalesco agora :-) !
Siô Pax, cum o seu permisso, eu escrevi um raicai pitando o meu cigarrim de páia:
Na bêra do lago eu vi
a Rosinha. E a cabritinha
não tava mais ali.
Que tár? Será qui eu póço amostrá pra ela?
Dona conféti, qui bão qui a sinhora vortô!
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